quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Segurança Pública e a Irresponsabilidade da Imprensa



O mundo não é do jeito que ele é, é como “cada um vê”, ou cada um “quer que seja”, a partir dessa premissa, tudo na imprensa (estamos falando dela) é relativizado, ou seja, cada indivíduo emite sua opinião de acordo com seu ângulo de visão.

A chamada “imparcialidade” da imprensa absolutamente não existe, assim como não existe imparcialidade em nada, cada atitude e decisão, tem fulcro no cabedal axiológico do indivíduo, portanto é fundamental a visão clara dessa perspectiva, e a partir daí o arrostamento da questão em um exercício constante para afastar as paixões e os sentimentos menores (e os maiores também) que sem dúvida, irão conspurcar o trabalho realizado.

É muito difícil se afastar das paixões (ninguém disse que era fácil) em qualquer trabalho, mas no caso da imprensa, isso pode potencializar as consequências deletérias do inopino.

Um caso clássico em que a imprensa movida por paixões (principalmente o preconceito e a inveja) protagonizou uma das maiores tragédias individuais deste país, foi o caso envolvendo o cantor Wilson Simonal em 1970.

Notícias rasas e sem um mínimo de cuidado na verificação da procedência (segundo Chico Anysio a imprensa jamais se preocupou em apurar nada - o Pasquim teve papel de destaque nesse “linchamento”) - lançaram ao ostracismo por mais de vinte anos, um dos maiores cantores que o Brasil já conheceu.

Hoje (quando não adianta mais nada) todos são unânimes em reconhecer o erro, a intolerância, a tragédia, o preconceito e a inveja, ou seja, Simonal já morreu e reconhecer o erro acaba sendo uma espécie de auto-indulto que expia a consciência até dos mais “arrependidos”: inclusive Ziraldo e Jaguar.

Nos assuntos envolvendo a Segurança Pública é preciso muito cuidado e responsabilidade social redobrada.

Em determinado município um jornal noticiava constantemente que a polícia “não fazia nada e a cidade estava sem lei”, o resultado disso foi que os facínoras da região começaram a migrar para o lugar, fazendo os índices de criminalidade explodirem, pior que isso, munícipes pagaram com a própria vida pela paixão mesquinha de meia dúzia de “magoados”.

É verdade que as boas notícias não interessam à imprensa e não dão índices de audiência (que o diga a imprensa de Mônaco e Liechtenstein, onde os índices de criminalidade são tão diminutos que praticamente não existem, é claro que os indicativos sociais também são diferenciados, trata-se simplesmente dos melhores países do mundo para se viver lá a segurança e a sensação de segurança se equivalem), apesar disso, a maneira e modo com que elas são levadas até o incauto, podem causar um mal maior que o seu próprio objeto.

Quando a imprensa faz esse tipo de algaravia em torno de temas envolvendo a Segurança Pública, equivale a gritar fogo em uma boate cheia ou dentro de um circo com quatro mil pessoas, ou seja, mesmo que não tenha fogo coisa nenhuma, centenas de pessoas podem morrer pisoteadas como amiúde ocorre em eventos dessa natureza.

O pior de tudo não é o erro em si, mas sua burra, teimosa e irresponsável repetição na linha do tempo.

Fonte: Colunista Rogério Antonio Lopes (paranaonline)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

SINDMOC ENDURECE COM A PREFEITURA DE CURITIBA

Ao
Doutor GUSTAVO FRUET
Digníssimo Prefeito Municipal de Curitiba
NESTA CAPITAL
 Senhor Prefeito:
Este Sindicato na qualidade de representante legal dos motoristas e cobradores do sistema de transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana vêm, neste ato, apresentar a Vossa Excelência contribuições acerca do transporte público local, conforme adiante segue.
 1 – Somos cooperadores dos serviços em apreço, conjuntamente com as permissionárias e o poder concedente, desde sua origem, fato que nos habilita a promover perante Vossa Excelência a presente manifestação. Assim sendo, vimos tecer considerações pertinentes sobre questões de ordem institucional, técnica e
operacional que, a nosso ver, permeiam de crise crônica o planejamento e a gestão do sistema.
 2 – Desde sua gênese o sistema de transporte trouxe consigo vícios de ordem legal há muito detectado, porém, nunca suficientemente sanados. Nos primórdios e mesmo até recentemente, os contratos eram celebrados sem a devida concorrência pública, por prazos indeterminados, precários e contrários aos interesses e necessidades dos usuários. De sorte que os mesmos foram sequencialmente renovados pelos poderes públicos de plantão, ao longo de décadas, atendendo-se, na maioria das vezes, aos interesses das permissionárias, também é bom lembrar que muitas vezes a tarifa foi objeto de manipulação para alavancar campanhas políticas com interesses meramente eleitoreiros.      Registre-se, a esse respeito, grave omissão no que tange ao papel da municipalidade de então que por seus agentes, deveriam preservar e zelar pelo equilíbrio dos contratos, tendo como premissa o interesse público.
 3 – Nesse aspecto, entendemos que pelo fato de Curitiba iniciar uma nova gestão, gerada democraticamente pelas urnas, faz-se oportuna uma reforma abrangente e  consentânea com a realidade atual. Para tanto, entendemos que isso somente será possível, através de edição de novos instrumentos institucionais que permitam uma regulamentação adequada aos serviços, em todos os seus aspectos. Portanto, uma nova lei geral dos transportes faz-se necessária, ensejando os avanços e as melhorias almejadas. Registre-se, outrossim, que a atualização legal permitirá a imprescindível revisão dos atuais contratos concessivos, a fim de torná-los compatíveis com a realidade presente de fulcro público e republicano, os quais devem nortear a finalidade dos serviços prestados.
 4 – Noutro passo, no que concerne à gestão pública, a nosso ver, a prioridade imediata é no que se refere à URBS – Urbanização de Curitiba S.A. Há anos o transporte coletivo passou a ser gerenciado por esse ente, criado, inicialmente, para gerir questões de urbanização da Capital. Até aqui nada a opor, levando-se em conta os objetivos iniciais. Entretanto, a inclusão do gerenciamento do transporte coletivo para sua alçada foi deveras errônea e equivocada. A URBS tornou-se um elefante branco, paquidérmico, inflada de funcionários e de uma estrutura marcadamente corporativista, dando ensejo a vícios e corrupções. Além do mais, a mesma tornou-se caríssima do ponto de vista administrativo e da relação custo benefício (consome mais de 4% da receita do sistema, além de outros custos e encargos ao erário municipal).  A solução é a desvinculação do transporte coletivo da dita Companhia e consequente criação de um novo órgão gerencial, exclusivo, expedito e principalmente especializado para o setor de transportes. Tal providência redundaria em benefícios a todas as partes envolvidas: poder público, operadores, usuários e a sociedade em geral.
 5 – Pela expressão e importância dos sistemas de transportes nos dias presentes, a especialização setorial torna-se fator determinante nas questões de mobilidade urbana. Gerenciamento, planejamento e fiscalização são palavras de ordem. À administração pública municipal cabe, originariamente, a condução das atividades e dos serviços decorrentes, de forma a evitar ineficiências e o caos urbano. A URBS tornou-se uma verdadeira babel em termos administrativos. Fala-se, aos quatro cantos, sobre a dita “caixa preta”, algo que não se pode ignorar totalmente, pois bem diz o sábio e velho ditado: “onde há fumaça, há fogo”. Cabe ao Senhor Prefeito, autoridade maior, avaliar e tomar as providências devidas, visando o saneamento e a melhoria dos serviços. Confiamos no espírito público de Vossa Excelência.
 6 – A questão tarifária tem sido tema da maior repercussão junto aos usuários e especialistas, algo que ainda não se deu a merecida elucidação. É questão controversa em toda a sociedade. Isso ocorre unicamente pela falta de transparência da atividade. O mix receita pública, operação privada e pagamento por quilômetro rodado é modelo complexo. A lei municipal que regulamenta o setor e os respectivos contratos com as concessionárias contemplam os custos para a planilha tarifária, cuja remuneração será decomposta pelos insumos variáveis e demais custos  fixos, tais como: rodagem, peças e acessórios, combustíveis e lubrificantes, pessoal, capital (frota), taxa de administração, etc. Aparentemente é isso que deveria ocorrer de forma cristalina, mas, infelizmente não é o que ocorre na prática. Ao longo dos tempos, os parâmetros e as fórmulas de cálculos não são demonstrados e nem tornados público. Jamais foram submetidos a uma auditoria independente para comprovação técnica dos índices de consumos e de preços. Ao contrário, são tidos como axioma e ou mantra, de segredo e de domínio exclusivo dos burocratas da URBS com os operadores, gerando insegurança e desconfiança aos usuários e à sociedade em geral.
 7 - O assunto torna-se ainda mais delicado pelo fato de haver subsídio público ao fundo pagador, adicionado que é à receita tarifária. Essa conta não foi ainda decifrada e continua um mistério. Tal fato não pode continuar a subsistir, sob pena de se conviver com o quadro que ai está:  manipulações, versões duvidosas por parte dos interessados, descrédito, serviço cada vez mais caro e ineficiente, enfim, caminho para um colapso anunciado. É vital e urgente uma auditoria técnica da planilha de custos para se ter um diagnóstico real de sua composição, indicando um modus de cálculo confiável e seguro, com parâmetros e princípios definidos (fixação de índices de consumo e preços), periodicamente auditados por agentes externos e independentes. Somente assim, obteremos a almejada transparência, confiança e credibilidade junto aos usuários e à sociedade.
 8 – Senhor Prefeito, o assunto é vasto por demais e não temos aqui a pretensão de esgotá-lo. Por certo, em outras oportunidades poderemos ampliar nosso leque de colaboração como integrantes que somos na prestação diária dos serviços. Agradecemos desde já a atenção que venha a ser dada ao presente, colocando-nos à sua disposição para prosseguirmos nessa luta que é de todos os curitibanos.
Curitiba, 28 de Janeiro de 2013.
Respeitosamente
ANDERSON TEIXEIRA
Presidente  fonte site do sindmoc

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O que esperar da política?



O que podemos esperar dos próximos anos na política brasileira?



É muito comum agente ver por aí e por aqui, pessoas reclamando da política.
Mas poucos eleitores participam ativamente da política, muitos nunca participaram de uma sessão política.
Na campanha de 2012 tive o privilégio de disputar uma vaga a câmara municipal de Almirante Tamandaré.
O que eu vi dos eleitores?
Vi eleitores de todos os tipos possíveis! Alguns contentes por saber que a chance de renovação e poder escolher o melhor candidato.
Mas vi também alguns eleitores trocando de adesivos em veículos todas as semanas (para obter uma vantagem em) vales gasolina.
Vi eleitor defender a situação, a oposição e vi também eleitores que não estavam preocupados com o vencedor.
Então podemos esperar dias melhores para a política brasileira?
Podemos sim!
Devemos ter essa esperança, afinal tudo o que comemos ,vestimos , usamos , tem a caneta de um político no meio.
Não podemos fazer aumentar a  porcentagem daquela pesquisa realizada pelo ( instituto Paraná pesquisas) que em dezembro afirmava que 35% dos eleitores já não se lembravam em quem haviam votados na eleição de outubro.
 PARTICIPE DA POLÍTICA, PRESTIGIE AS SESSÕES, ELAS SÃO DE NOSSOS INTERESSES!
PARDAL (por ele mesmo)

Seu computador desliga sozinho?

É muito comum eu receber ligação e chamado para concertar pcs que estão desligando sozinho.
geralmente isso ocorre, por falta de uma simples limpeza no cooler , ou ventuinha .
A função da ventuinha é refrigerar o processador , e caso esteja entupido de sujeira,o processador super aquece e automaticamente o computador desliga.
Fique atento.Veja imagem de exemplo!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

PAGAR MULTA PRA QUÊ?



MULTA DE TRÂNSITO!
ACREDITO QUE 95% DOS MOTORISTAS NÃO SABEM!...

COMPARTILHEM!... DIVULGUEM!... LEIA E "ESPALHE"!...

É O SEGUINTE...
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro

Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punido com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE AMIGOS, PESSOAS!...
VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA EXISTENTE NOS ÓRGÃOS PÚBLICOS!... MULTAM SÓ PARA ARRECADAR  MAIS E PODER ROUBAREM MAIS AINDA.

PARDAL (por ele mesmo)

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A importância da pontuação



FRASE:- Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.

-São quatro concorrentes à herança, a saber: irmã, sobrinho, padeiro e pobres

VARIAÇÕES:-
-
- 1) O sobrinho fez a seguinte pontuação :
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

- 3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele e pontuou desta maneira:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
- 4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada. Dou aos pobres.

O texto é na verdade uma lição a nós que temos por hábito não pontuar corretamente as frases e textos escritos.
Um único ponto, ou vírgula podem mudar uma frase inteira.
PARDAL ( por ele mesmo)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vaquinha é a solução para os buracos

Moradores da Rua Antônio Carlos Borges , no J Parati em Almirante Tamandaré, cansados de esperar pelo poder público resolveram fazer a famosa vaquinha e compraram concreto usinado para concertar a rua.
Em plena campanha política por duas vezes eu estava com os pés atolados no concreto, porém não tive se quer coragem de pedir um único voto , afinal eu moro nessa rua e era no mínimo uma obrigação minha diante dos meus excelentes vizinhos , que indignados diziam: "Quero ver eles virem pedir votos aqui "
Esse dinheiro usado para a compra deveria ser abatido no IPTU , afinal aqui transita um caminhão pesado que coleta o lixo.

Será que com a nova gestão que se iniciou vamos ter que continuar a fazer isso?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Transporte coletivo falido



O QUE MUITOS NÃO SABEM SOBRE OS TRABALHADORES DO TRANSPORTE COLETIVO
No mês de março do ano de 1999, com muita sorte apoio e uma ajudinha extra de um amigo, consegui uma vaga na VIAÇÃO TAMANDARÉ, onde trabalhei até o dia 16/09/2005 e ainda mantendo um vínculo até o dia de hoje.
Mas o que muita gente não sabe, é o que acontece por trás do sistema, que é gerenciado pela URBS e que em um sistema um tanto quanto suspeito arrocha o salário dos operadores.
Por muitas vezes ouvi passageiros dizerem dentro dos ônibus que a passagem iria subir por conta do aumento do salário dos motoristas e cobradores.
Todos os trabalhadores do país inteiro têm reajustes salarias uma vez por ano.
Os motoristas e cobradores não podem? Não têm esse direito?
Aqui em Almirante Tamandaré o transporte é integrado com a Capital e o governo ESTADUAL, em um momento ruim do seu mandato e ainda que seu candidato a prefeito da Capital perdeu a eleição logo anunciou que não iria mais subsidiar o custo da passagem.
Com isso é praticamente certo o aumento nos próximos dias ou semanas.
Com um novo acordo com o prefeito eleito de Curitiba, foi estendido esse subsídio até o mês de maio, mas depois disso certamente o aumento vem.
E muitos trabalhadores vão ouvir de novo as frases famosas.
Cambada de vagabundos, trabalham (seizórinhas só) e querem aumento.
Vou dizer a carga horária de muitos motoristas.
O que a população não sabe é:
O famoso (dois) pegas!
Como isso funciona?
Simples!
Na época em que eu trabalhava, era assim:
Tinha que estar na EMPRESA as 03h10minhs, preencher uma ficha de um micro-ônibus e sair em pontos demarcados pela empresa, para pegar alguns companheiros de trabalho e deslocar até o pátio onde ficavam os BIARTICULADOS E ARTICULADOS, geralmente chegávamos as 04h40minhs, onde o primeiro motorista começava sua jornada as 04h45minhs. Só aí esse primeiro motorista já perdia 01 hora e 30 minutos da sua noite de sono. E os demais motoristas tinham que esperar até as 05h30minhs para começarem os seus horários. (detalhe) a empresa não paga esse horário.
O pior vem agora!
Esse mesmo motorista que saia as 05h00minhs da garagem retornava aproximadamente 08h30minhs às 09h00minhs para a garagem, tendo assim que completar suas 06 horas com um segundo pega que geralmente era longe do local da recolhida.
E assim muitos e inclusive eu, ficávamos em uma praça esperando dar o horário para esse segundo pega que geralmente acontecia no horário do almoço.
Consequentemente em mais duas horas de trabalho isso esticaria até as 14h00minhs ou um pouco mais e pior que tínhamos que entregar lá do outro lado da cidade.
Enfim, só estaríamos livres do dia de trabalho após as 14h00minhs e distante de casa.
Calcule você então, se um trabalhador sai de sua casa as 03h00minhs da manhã e chega depois das 15h00minhs dá pra dizer que ele trabalha (seizórinha)?
Os operadores do sistema são trabalhadores comuns, assim como você e é digno de um bom salário e respeito!
EM OUTRA OPORTUNIDADE VOU AQUI FAZER NOVAS REVELAÇÕES QUE VÃO DEIXAR MUITOS EM SAIAS JUSTAS! 
AGUARDEM
ATT PARDAL (POR ELE MESMO)